Tony Tcheka entende que há condições para a divulgação dos resultados eleitorais na Guiné-Bissau e opõe-se à ideia de repetição do escrutínio: "Seria um mau exemplo". Sobre o golpe militar que o país viveu, o analista e escritor guineense, que se abala com a "tragédia dos guineenses", defende um suporte interno e externo, sem medos, para levar os prevaricadores à Justiça.